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	<title>ITA Júnior</title>
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	<description>consultoria tecnológica</description>
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		<title>Pesquisa Operacional: Otimização de Processos</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Oct 2009 23:53:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>leonel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa Operacional Otimização Processos Otimizar]]></category>

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		<description><![CDATA[O QUE É OTIMIZAÇÃO?
Simplificadamente, otimização é o processo de seleção das ações cujos resultados serão os melhores possíveis. Por essa definição, fica claro que qualquer organização, de alguma forma, está envolvida com otimização. Considerando ainda que seu objetivo é a sobrevivência por meio da propagação, da maximização dos lucros obtidos a partir de decisões relacionadas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O QUE É OTIMIZAÇÃO?</p>
<p>Simplificadamente, otimização é o processo de seleção das ações cujos resultados serão os melhores possíveis. Por essa definição, fica claro que qualquer organização, de alguma forma, está envolvida com otimização. Considerando ainda que seu objetivo é a sobrevivência por meio da propagação, da maximização dos lucros obtidos a partir de decisões relacionadas à produção ou da minimização dos riscos de estratégias adotadas, tais organizações estão fazendo escolhas com o objetivo de otimizarem seus processos. De uma forma geral, a otimização permite que as organizações criem modelos que se aderem às suas realidades, auxiliando, assim, na tomada de decisões nos níveis tático e estratégico.</p>
<p>OTIMIZAÇÃO: ELEMENTOS CHAVE</p>
<p>Os três elementos chave de qualquer problema de otimização são:<br />
· Variáveis de decisão: representam decisões ou escolhas possíveis. Exemplos de variáveis de decisão são os níveis de produção, as rotas selecionadas e os recursos alocados.</p>
<p>· Um objetivo que estamos tentando atingir.  Exemplos de objetivos são a maximização dos lucros, a minimização da distância percorrida e a minimização da matéria-prima utilizada.</p>
<p>· Restrições: requisitos ou regras que limitam o sucesso da implementação do objetivo, ou seja, que limitam as variáveis de decisão.  Alguns exemplos são a capacidade produtiva, a demanda dos clientes, a disponibilidade de materiais e o orçamento.</p>
<p>O propósito da otimização é atingir o objetivo respeitando os limites estabelecidos pelas restrições. Além disso, a resolução de um problema de otimização pode auxiliar na obtenção das respostas de questões críticas em relação às ações correntes e futuras, avaliando os resultados que produzirão.  Algumas dessas questões são:</p>
<p>· O que estamos tentando obter é possível?</p>
<p>· Podemos fazer melhor?  Se podemos, como fazer?</p>
<p>· O que é o melhor que podemos fazer?</p>
<p>· O que acontece se as condições mudarem?</p>
<p>Essas são questões fundamentais, cuja relevância permanece a mesma qualquer que seja a área da empresa (logística, finanças, produção, entre outras) ou o setor de atuação (bens de consumo, varejo, bancos, telecomunicações, entre outros) e as respostas obtidas fornecem valiosas informações, não apenas em relação a quais decisões tomar, mas também, em como mudar suas decisões quando as condições mudarem.</p>
<p>OTIMIZAÇÃO: ALGUMAS APLICAÇÕES</p>
<p>· Seleção de fornecedores para maximizar os benefícios do comprador, respeitando seus requisitos auxiliando na obtenção da resposta para questões estratégicas como:</p>
<p>· De quem deveríamos comprar?</p>
<p>· Deveríamos aumentar ou reduzir as compras de determinado fornecedor?</p>
<p>· Qual é o risco esperado?</p>
<p>· O que deveríamos comprar de um determinado fornecedor?</p>
<p>· Oferta de produtos para oferecer o produto correto, para o cliente correto, no tempo correto, pelo canal mais apropriado. A medida de “correto” é o retorno do investimento de tempo e de recursos em uma campanha de marketing, ou seja, o produto, o tempo e o canal serão os “corretos” se o cliente que aceitar a oferta contribuir para maximizar o retorno da campanha.</p>
<p>Produção, distribuição e planejamento dos estoques objetivando especificar a programação da produção, a forma de distribuição e o momento e a quantidade de reposição dos estoques que minimiza o custo total do sistema, satisfazendo a demanda dos clientes, provendo informação para as áreas de planejamento, tais como:<br />
· Mix de produção;</p>
<p>· Necessidade de recursos e equipamentos;</p>
<p>· Gastos com armazenagem;</p>
<p>· Gastos com frete;</p>
<p>· Gerenciamento dos estoques (nível ótimo de estoques).</p>
<p>No mercado atual, altamente competitivo, o diferencial que pode determinar o sucesso de uma empresa está, muitas vezes, relacionado ao bom aproveitamento de seus recursos otimizando seus processos. Após entendida a importância deste conceito, compreende-se a necessidade da Pesquisa Operacional, ciência cujo objetivo é fornecer ferramentas que ajudem a alcançar a otimização.</p>
<p>Prof. Dr. Rodrigo A. Scarpel<br />
ITA</p>
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		<title>Crise abre grandes oportunidades para empreender na web, diz especialista</title>
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		<pubDate>Sun, 21 Jun 2009 15:14:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tecnologia da Informação]]></category>

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		<description><![CDATA[Sylvio Barros Neto, fundador do Webmotors, acha que as chances estão sendo subaproveitadas.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O atual momento de turbulências internacionais reserva grandes oportunidades para empreendedores, sobretudo no campo da internet, avalia Sylvio Alves de Barros Netto, sócio do portal iCarros e fundador da Webmotors.</p>
<p>Ele considera, contudo, que as chances estão sendo subaproveitadas. “É a chamada tempestade perfeita. Essa crise, no final das contas, busca eficiência e a web é muito eficiente. Entretanto, as pessoas não estão aproveitando. Falta o espírito de pensar grande”, afirma Barros, que participou nesta quarta-feira do comitê de Empreendedorismo e Small Business Affairs da Amcham-São Paulo.</p>
<p>Para Barros, a habilidade de “pensar grande” é, uma característica que precisa ser melhor desenvolvida pelos empreendedores brasileiros. “O que falta é ambição. Alguém tem que fazer diferença na cadeia, mudá-la. Temos jogo de cintura, mas não temos a ambição necessária para fazer acontecer”, lamenta.</p>
<p>Outro aspecto decisivo para o sucesso de empreendimentos na internet apontado por Barros é a capacidade de execução, ou seja, fazer acontecer e saber como conduzir isso. “A execução hoje é mais importante do que a ideia”, resume.</p>
<p style="text-align: right;">Fonte: <a title="Advillage" href="http://www.advillage.com.br">Advillage</a></p>
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		<title>Redução de tarifas já tem efeito nos voos para Europa</title>
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		<pubDate>Tue, 26 May 2009 01:50:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Otimização do Transporte Aéreo]]></category>

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		<description><![CDATA[SÃO PAULO &#8211; Duas companhias aéreas internacionais, a British Airways e a Iberia, foram as primeiras a anunciar tarifas 20% menores devido à liberdade tarifária para voos ao exterior de longo percurso, aprovada pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anec) em 23 de abril. 
As duas empresas aéreas fazem parte da mesma aliança &#8211; a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span id="ctl00_ContentPlaceHolder1_LblConteudo">SÃO PAULO &#8211; Duas companhias aéreas internacionais, a British Airways e a Iberia, foram as primeiras a anunciar tarifas 20% menores devido à liberdade tarifária para voos ao exterior de longo percurso, aprovada pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anec) em 23 de abril. <span id="more-116"></span></p>
<p>As duas empresas aéreas fazem parte da mesma aliança &#8211; a Oneworld &#8211; e curiosamente anunciaram os mesmos preços, ontem, para um escopo de destinos europeus bastante similar.</p>
<p>Tanto a British como a Iberia divulgaram tarifas a partir de US$ 695 para destinos como Paris, Roma, Londres, Amsterdã, Bruxelas, Zurique e Frankfurt. Antes da liberação, os preços mínimos obrigatórios para esses destinos eram US$ 869 ou US$ 863. A British, que tem sede em Londres, ainda oferece o preço mais baixo para cidades em Portugal e para Madri. A Iberia, cuja sede é na capital espanhola, oferece voos mais baratos para Londres.</p>
<p>As companhias estão seguindo a decisão da Anac, que permite a aplicação de descontos de até 20% nos preços mínimos antes estabelecidos. A partir de julho, os descontos poderão ser de até 50%; em outubro, poderão ser de até 80% e, em 2010, já não haverá qualquer barreira tarifária.</p>
<p>As empresas não divulgam quantos assentos em cada voo estão sendo oferecidos pelos preços mais baixos, nem por quanto tempo eles serão válidos.</p>
<p>Hoje, o presidente da TAM, David Barioni, disse que a empresa não espera reduções significativas por enquanto. &#8220;Não há muito espaço para baixar tarifas. Nos voos para Miami, por exemplo, os preços estão cerca de 20% acima da banda mínima&#8221;, disse.</p>
<p>Segundo Barioni, é preciso saber o número de assentos que as empresas aéreas disponibilizam em cada voo com tarifas mais baixas. &#8220;Se forem muito poucos, a promoção é uma jogada de marketing&#8221;, disse.</p>
<p>No primeiro trimestre, a TAM teve uma ocupação de 72% em seus voos internacionais e prevê uma taxa semelhante para o segundo trimestre, apesar de o período entre abril e junho ser tradicionalmente o mais fraco do ano.</p>
<p>Diversas outras empresas estão fazendo promoções, mas ainda não atribuem essas medidas à liberação promovida pela Anac. A American Airlines anuncia em seu website alguns voos entre Brasil e Estados Unidos por US$ 657, ou 7% menos do que o limite de US$ 709 vigente antes da liberação. A empresa alega, contudo, que esse desconto já era permitido pela Anac em época de baixa temporada, antes mesmo de a liberação ser implantada.</p>
<p>Copa e Avianca estão fazendo promoção no estilo &#8220;leve dois, pague um&#8221;. Air France e TAP são outras companhias que formatam ofertas especiais.</p>
<p><em>(Roberta Campassi | Valor Econômico, para <a title="Valor Online" href="http://www.valoronline.com.br/" target="_blank">Valor Online</a>)</em></span></p>
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		<title>Transporte aéreo nacional volta a crescer em março, mas internacional recua.</title>
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		<pubDate>Tue, 26 May 2009 01:22:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Otimização do Transporte Aéreo]]></category>

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		<description><![CDATA[A Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) divulgou nesta segunda-feira que os embarques domésticos tiveram crescimento em março na comparação com o mesmo mês do ano passado, depois de ter apresentado recuo em fevereiro. Já a queda do movimento nos voos internacionais segue sua tendência de alta. 
O levantamento da Anac considera o número de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) divulgou nesta segunda-feira que os embarques domésticos tiveram crescimento em março na comparação com o mesmo mês do ano passado, depois de ter apresentado recuo em fevereiro. Já a queda do movimento nos voos internacionais segue sua tendência de alta. <span id="more-113"></span></p>
<p>O levantamento da Anac considera o número de passageiros vezes os quilômetros percorridos.</p>
<p>Nos embarques domésticos, a Anac verificou um avanço de 3,6% sobre março de 2008. No caso dos voos internacionais, a queda foi de 13,2%. Em fevereiro, o movimento dos voos nacionais tinha caído 0,6%, e dos internacionais recuou 11%.</p>
<p>Porém, o mercado segue desaquecido, uma vez que o movimento de passageiros cresceu em um ritmo menor do que a da quantidade de assentos disponíveis. Com isso, em março a ocupação média nos voos domésticos caiu de 64% para 59%, e a dos voos internacionais de 68% para 62%.</p>
<p>A concentração de mercado &#8211;com TAM e Gol/Varig&#8211; nas rotas nacionais atingiu 88,77% em março. Em relação às linhas internacionais, a concentração chegou a 99,83%.</p>
<p>A TAM manteve a liderança em &#8220;market share&#8221; (participação de mercado) tanto nas rotas internacionais quanto nacionais. A empresa fechou o mês com 49,3% de participação nos voos domésticos &#8211;contra 51,29% de março do ano passado. A Gol/Varig teve queda de 41,43% para 39,47% de março de 2008 para o mesmo mês deste ano.</p>
<p>Depois das duas líderes aparece no ranking do transporte doméstico a WebJet, com 3,89% do mercado, seguida pela OceanAir (3,06%), Azul (2,23%), Trip (1,33%) e Passaredo (0,29%).</p>
<p><strong>1º trimestre</strong></p>
<p>Já no primeiro bimestre, os embarques domésticos tiveram crescimento de 4,7%, enquanto os embarques internacionais recuaram 10,7%.</p>
<p>A TAM é a líder de participação nos dois casos (49,53% nos voos domésticos e 85,46% nos internacionais), seguida pela Gol/Varig (40,3% nos domésticos e 14,38% nos internacionais).</p>
<p style="text-align: right;">da <strong>Folha Online</strong></p>
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		<title>Uma solução para a alta dos combustíveis</title>
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		<pubDate>Wed, 13 May 2009 03:31:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Otimização do Transporte Aéreo]]></category>

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		<description><![CDATA[Os preços do petróleo têm gerado dificuldades para empresas aéreas no mundo todo. Somente neste ano, nove pequenas empresas do setor pediram falência. Até os gigantes têm sido obrigados a tomar medidas para enfrentar a conjuntura desfavorável.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Os preços do petróleo têm gerado dificuldades para empresas aéreas no mundo todo. Somente neste ano, nove pequenas empresas do setor pediram falência. Até os gigantes têm sido obrigados a tomar medidas para enfrentar a conjuntura desfavorável.</em></p>
<p><em>No Brasil, o caos aéreo eleva os custos das companhias, agrava a situação e já levou as maiores empresas aéreas do setor &#8211; TAM e Gol &#8211; a operar no vermelho nos últimos meses. Para as empresas menores, como a OceanAir, há ainda um agravante: a concorrência pesada. O diretor financeiro do grupo Synergy (controlador da OceanAir), Raul Campos, afirmou, no final do mês passado, que os concorrentes cobram as tarifas mais baixas exatamente nos horários em que a empresa oferece vôos.</em></p>
<p style="text-align: right;"><em>Fonte Portal Exame</em></p>
<p>A ITA Júnior realiza consultoria na área de tankering e cost index.</p>
<p>A política tankering é uma excelente ferramenta que pode ser adotada por empresas afim de reduzir gastos com combustível. Ela consiste no máximo abastecimento possível onde o preço é menor de modo a manter a aeronave operacional e levando em conta todos os parâmetros do Cost Index.  Contamos com estudos recentes que têm como objetivo elaborar um modelo de programação linear que minimize o custo de abastecimento total de uma malha de vôos típica de uma empresa aérea doméstica, para um único modelo de aeronave. Assim, o grande diferencial desse estudo é levar em conta não apenas a origem e o destino de uma determinada rota, mas sim os diversos pontos de abastecimento na malha percorrida por uma determinada aeronave, proporcionando, assim, uma redução máxima de custos com combustível.</p>
<p>Aliada à otimização das demais variáveis de vôo (Cost Index), a política de tankering pode ser a solução para se enfrentar a alta dos combustíveis.</p>
<p><em>Veja também no nosso portfolio: &#8220;<a title="Otimização do Transporte Aéreo" href="http://localhost/wordpress/?page_id=26">Otimização de Transporte Aéreo</a>&#8220;.</em></p>
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		<title>A situação tarifária do setor de transporte rodoviário de cargas</title>
		<link>http://www.itajunior.com/wordpress/?p=77</link>
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		<pubDate>Tue, 12 May 2009 22:11:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pesquisa Operacional]]></category>

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		<description><![CDATA[A NTC – Associação Nacional do Transporte de Carga e Logística, entidade que congrega em seu quadro associativo, aproximadamente, 3.500 empresas, realizou, por meio do seu Departamento de Custos Operacionais e Pesquisas Econômicas (DECOPE) e da Câmara Técnica das Empresas de Transporte de Carga Lotação (CTL), reunião no dia 27 de maio de 2008, na [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>A NTC – Associação Nacional do Transporte de Carga e Logística, entidade que congrega em seu quadro associativo, aproximadamente, 3.500 empresas, realizou, por meio do seu Departamento de Custos Operacionais e Pesquisas Econômicas (DECOPE) e da Câmara Técnica das Empresas de Transporte de Carga Lotação (CTL), reunião no dia 27 de maio de 2008, na sua sede em São Paulo &#8211; SP, onde examinou criteriosamente a situação tarifária do setor de transporte rodoviário de cargas lotação.</em><span id="more-77"></span></p>
<p><em>Pesquisa do DECOPE, com empresas transportadoras, constatou que a defasagem média entre os fretes praticados na carga lotação e os custos efetivamente apurados, por meio de uma planilha realista, situa-se, na média, em 17,6%. </em></p>
<p><em>Além das altas acumuladas dos insumos nos últimos 12 meses, contribuíram significativamente para este resultado, não apenas resíduos não repassados de reajustes anteriores, como também, o aumento médio de 10% do diesel que ocorreu em 30 de abril, bem como os acordos coletivos da categoria que geraram aumento médio de 7,5% nos pisos salariais. </em></p>
<p><em>Outros fatores contribuem para esta defasagem. Um bom exemplo são as condições das rodovias, que estão gerando, não apenas maiores custos por quilômetro rodado, como também, redução sensível na produtividade dos veículos. </em></p>
<p><em>A estas dificuldades, vieram se somar a elevação do custo com gerenciamento de riscos, o agravamento dos custos administrativos com a enorme burocracia gerada pela “guerra fiscal” entre os Estados e a própria necessidade de melhorar o nível do serviço prestado aos clientes, num mercado cada vez mais exigente. </em></p>
<p><em></em></p>
<p><em>O Transporte Rodoviário de Cargas que, por injunções de mercado, vem suportando, há muitos anos, notória defasagem nos fretes praticados, vê-se agora numa situação-limite, que exige pronta recomposição de suas receitas e margens. Só assim poderá realizar os investimentos necessários à modernização e ampliação da frota e de toda a sua infra-estrutura tecnológica e operacional. Caso contrário, poderá vir a se constituir em gargalo à retomada do crescimento econômico do país. </em></p>
<p><em>Diante disso, torna-se inevitável o realinhamento tarifário, que poderá ocorrer em níveis até superiores ao percentual médio divulgado, de 17,6%, dependendo das características de cada contrato. No entanto, como se trata de reajuste emergencial, poderá ser adotado o índice médio de defasagem, com posterior negociação mais técnica e detalhada, buscando a adequação a cada contrato de transporte e suas particularidades. </em></p>
<p><em>São Paulo, 05 de junho de 2008.<br />
Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística (NTC&amp;Logística)</em></p>
<p><em>Por NTC &amp; Logística</em></p>
<p><em>Fonte </em><a href="http://www.intelog.net"><em>www.intelog.net</em></a></p>
<p>A ITA Júnior realiza consultoria na área de logística.</p>
<p>Veja nosso portfólio: <a title="Pesquisa Opercional" href="http://localhost/wordpress/?page_id=24" target="_self">Pesquisa Operacional</a>.</p>
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